VIAJEI SOZINHA
04.11.2026

Fiz uma lista de trinta e quatro coisas que eu gostaria de fazer até 25 de agosto de 2027 e acho que esse foi o item que ficou mais tempo nas listas anteriores. Eu sempre quis viajar sozinha, mas sempre faltou uma pitadinha de coragem. Na verdade, eu já tinha viajado só, mas sempre encontrava pessoas pelo caminho, então eu queria que fosse algo 100% solo.

Ensaiei alguns destinos, mas toda vez acontecia algo e eu desistia… acontece que, um belo dia, muito por acaso, eu vi que O Céu da Língua, peça do Greg Duvivier ia estar em Goiânia. Eu estava doida pra assistir, mas sempre ficava meio fora de rota pra mim. Mas Goiânia, eu consigo, pensei. E consegui mesmo.

Comprei o ingresso, ganhei as passagens e assim no dia 29 de agosto eu sai de Palmas sozinha, com uma hospedagem em hostel e um sonho. Cheguei domingo de manhã e como só podia fazer check-in 12h, fui procurar um lugar para tomar café da manhã e achei a Bellgal Bakery que foi a melhor coisa que eu fiz por mim nos últimos anos!!! Pensa num café GOSTOSO. Tudo impecável. O lugar maravilhoso e claro, experimentei muitas coisas gostosas (o que também era parte da lista).


Depois busquei um restaurante por ali mesmo e encontrei o simpático Las Nenas, um lugar bem lindinho e que me deixou inspirada com a decoração de crochês, bordados e páginas de livRos. Tomei um drink muito bom, mas a comida foi meio nota 7.

O PRIMEIRO ITEM QUE RISQUEI FOI COMEMORAR O MEU ANIVERSÁRIO

Partiu hostel 🙂 minha hospedagem tinha sido cancelada 🙁 mas deu certo, no final. Tomei banho e fui conhecer a famosa rua do lazer. Uma ruazinha fechada cheia de barzinhos um coladinho no outro. Choppinho artesanal cinco reais!!! Tudo! Por fim, partiu ir ver o Greg!!! E foi tudo! Tudo e mais um pouco, a peça é demais! Adorei. Fiquei super emocionada.

Dia seguinte, tinha que sair do hostel, porém meu retorno era só a noite. Fui no mercado municipal tomar café com um amigo, andei pelo centro, almocei em um árabe delicioso e ainda fui na casa bauducco porque eu amo comer panetone em pleno agosto.

Essa viagem foi muito significativa pra mim. Pensar que às vezes não rola passar dez dias no Rio de Janeiro, mas dá pra passar um final de semana em Brasília e ainda sim ser bom. Eu amei explorar a cidade, ficar sozinha, ver o tempo, pensar nele… e saber que eu sou sim capaz de realizar os meus sonhos e que está tudo bem em adaptar a vida. Sempre é tempo de ser feliz.

RANKEANDO CHOCOLATES
27.10.2026

Eu amo um docinho e isso não é novidade. Por isso, tenho muita sorte de estar constantemente sendo presenteada com chocolates. Ai pensei, por que não rankear os que andei comendo ultimamente?

BOMBOM DE SORVETE DE CARAMELO SALGADO – BACIO DE LATTE

O meu favorito por uma margem constrangedoramente grande. Esse bombom de casquinha de chocolate recheado com gelato de sorvete de caramelo salgado é um pedaço do céu na Terra. A versão pequena não é tãão cara (paguei 25 reais, acho). Vale muito a pena!
10/10

MILKA DAIM

Esse é um chocolate ao leite com caramelo crocante. A textura é bem gostosa e diferente. Acho que vou eleger como meu chocolate conforto pelos próximos meses.
10/10

CHOCO OZ – CUPUAÇU

Eu nunca tinha ouvido falar nessa marca, mas amei os chocolates. A apresentação das embalagens é bem legal e o formato da barra é toda redondinha, bem diferente. Esse é um chocolate ao leite recheado com creme de cupuaçu bem cremoso. Adorei a combinação do doce com o azedinho e a textura também é surreal.
10/10

MÁGIO – LÍNGUA DE ONÇA

Esse daqui é um presentão. Eu amei a embalagem, o nome e, claro, o sabor que é um chocolate ao leite bem fininho. O famoso língua de gato.
10/10

TONY’S PRETZEL

Vi muita gente elogiando e, de fato, ele é muito bom. A barra é toda diferentona e generosa, a embalagem é linda e o sabor tem um salgadinho interessante. O problema aqui é o preço do divo. Oitenta reais? Sei não…
8/10

KITKAT LEMON

Chocolate branco com gostinho artificial de limão. Gostosinho, mas nada demais.
7/10

KITKAT MATCHA

Eu descobri que sou meio hater de KitKat. É um chocolate muito doce e enjoativo. Esse não é tão ruim (eu gosto de tudo de matcha, exceto o matcha mesmo kk), mas é doce demais.
6/10

TWIX BANOFFEE

Essa é uma edição limitada. Confesso que não sou muito fã de banoffee. O biscoito é gostosinho e tudo, mas meio artificial e enjoativo, sou mais o caribe mesmo.
6/10

KITKAT MISTERY

Fortíssimo candidato a ser o pior chocolate que já comi na vida. Além de ser mega doce, tem um gosto muito forte de suco tang de maracujá.
5/10

Então, me conta: qual é o seu chocolate favorito?

A ÚLTIMA DOS 33
24.08.2026

“Sobreviveu sem ser crucificada”, disse ele e eu sorri.

Eu nunca tinha me sentido velha. Não sei se são os cabelos brancos, as linhas finas ou a total falta de vontade pra mudar o cabelo. Pode ser que seja porque agora acho fácil quando alguém decide ir embora entendendo que faz parte ou a preocupação excessiva que eu sinto quando não sei se a minha meia-entrada vai valer ou não (sim, eu chamo ansiedade de preocupação excessiva, minha irmã gosta).

Esse ano eu não me apaixonei. Isso me deixou triste e um pouquinho orgulhosa, será que finalmente deixei meu coração ficar peludo?
Também me conformei mais com a vida. Isso eu achei triste, mas também libertador.
A consciência de que eu tenho um corpo que se acidenta se machuca e até morre, me deixou mais calma. Acho que entender que tudo acaba, deixa a vida menos urgente.

Ano passado, eu estava mais otimista.

Me despeço dessa idade e um pouquinho de mim.
Tem anos que a astrologia me diz pra deixar as coisas irem, mas eu não podia porque se eu deixasse ir, o que ia restar?
Agora estou aliviada, tipo quando você vai embora pra longe e não tem espaço pra levar nada além das roupas, sabe? E acho que eu não estou fazendo nem questão das roupas.

Estou me entregando à vida. Não de um jeito “deixa a vida me levar”, mas ainda sim sendo levada por ela.
Talvez eu ainda me apaixone e vai ser bom até quando ele for embora.
E talvez eu corte o cabelo e seis meses depois vai parecer que eu nunca cortei.
Talvez neguem a minha meia-entrada, mas tudo bem porque eu posso completar o ingresso.

Pode ser que eu ainda tenha medo, que ainda atente segurar algumas coisas, talvez eu até volte a querer o que eu estou aprendendo a deixar ir. No final, vai ficar tudo bem, sempre fica. Sobrevivi sem ser crucificada, mas não estou fugindo disso.

SESSÃO DE TERAPIA – 1ª TEMPORADA
23.06.2026

Estou maratonando a série Sessão de Terapia (GNT) que atualmente está na sexta temporada . A primeira temporada nos apresenta o psicólogo humanista Theo Ceccatto e seus cinco pacientes que intercalam os 45 episódios de 35 minutos. Nessa abordagem, o psicólogo foca na responsabilidade do indivíduo sobre as suas próprias escolhas de vida.

JÚLIA

A Júlia é uma mulher de 35 anos, anestesista que está em conflito com o namorado que a pediu em casamento. O motivo? O próprio Theo. A paciente está passando pelo que o psicólogo trata como transferência. Segundo o Instituto Brasileiro de Psicanálise, transferência é o processo inconsciente pelo qual o paciente redireciona sentimentos, desejos e expectativas do seu passado, especialmente ligados a figuras de autoridade ou pais, para a figura do analista.

Júlia está apaixonada pelo Theo e se declara. O problema aqui é que temos acesso à essa informação logo no primeiro episódio. Fica claro que ela já se trata há um tempo, mas como não sabemos sobre esse antes, ela fica parecendo uma pessoa descompensada. O segundo problema, no meu ponto de vista, é o próprio psicólogo.

A série deixa claro que Theo é um dos melhores da área e ele já está na faixa dos sessenta anos, ou seja, tem bastante experiência. Outra coisa que a Sessão de Terapia parece tentar mostrar é que os profissionais da saúde mental não estão isentos de viverem conflitos e problemas. No caso do Theo, ele vem enfrentando problemas no casamento e acaba se envolvendo emocionalmente com essa paciente. Então, ao passo que Júlia parece sempre fora de si, Theo parece despreparado. É um ponto de conflito que movimenta a série, principalmente porque o próprio Theo tem questões com o pai que abandonou a família para ficar com uma paciente. Eu entendi todo o ponto, mas não sei se foi a melhor escolha para o início da série.

BRENO

Breno é um atirador de elite que procura terapia depois que, em uma operação, ele mata um bandido, mas também mata uma criança. O problema é que ele parece não sentir remorso pela fatalidade. Com o tempo, Theo vai acessando as suas vulnerabilidades e descobrindo que Breno é filho de um militar muito rigoroso que reprimia as emoções do filho.

Esse paciente é insuportável. Arrogante e chato mesmo (inclusive uma das coisas que me deixou pensativa nessa temporada é em como as pessoas são grossas kkk). Enfim, ele teve um crescimento legal no decorrer dos episódios. O problema é quando ele se envolve amorosamente com Júlia e percebe o envolvimento da paciente com o psicólogo. Eu fiquei gag com a atitude do Theo, que avança LITERALMENTE no paciente depois de uma provocação kkk ele dá uma desculpa esfarrapada depois, mas nossa. Um NÃO pra mim.

NINA

A Nina é uma adolescente que está em busca de um laudo após sofrer um acidente e quebrar os dois braços. A seguradora quer saber como estava o estado mental da menina no momento em que ela bateu o carro, aparentemente de propósito. No decorrer da terapia, Nina demonstra ter uma relação muito difícil com a mãe enquanto tenta lidar com a adoração por um pai que não dá muita bola pra ela.

Além disso, descobre-se que a garota é uma ginasta e que mantém uma relação bem esquisita com o treinador. Essa paciente é bem legal porque não está envolvida nos rolos do Theo e ele consegue tratá-la direitinho. Conseguimos acompanhar o desenvolvimento e fechamento positivo no final da série.

ANA E JOÃO

Terapia de casal. INSUPORTÁVEIS. Tudo começa quando, depois de muitas tentativas e tratamentos, Ana consegue engravidar. O problema é que agora ela não parece estar tão certa dessa gravidez e quer abortar. O marido é completamente contra. Eles brigam, gritam e se humilham o tempo todo. É tão irritante que até o nosso psicólogo super renomado surta e fala umas verdades (kkkk).

THEO

O próprio Theo faz o que a psicanálise chama de supervisão, que é quando o profissional leva as questões dos pacientes e suas próprias questões para outro colega, a fim de discutir os casos e entender como as questões do psicólogo podem afetar as dos pacientes e vice-versa. Aqui Theo conversa com Dora, uma profissional e velha amiga com quem ele possui uma relação beeeem complicada.

Não sei, achei a temporada meio longa e até entendo os conflitos de Theo, mas isso deixou ele vulnerável demais e totalmente não confiável para o público, além do mais, a abordagem dele não fica tão clara nessa temporada, então tudo parece um grande arranjo. Não amei, mas também não desgostei o suficiente pra largar de mão.

Você conhece essa série?

ACHEI QUE NÃO TERIA METAS
20.01.2026

Uma coisa muito legal sobre esse post é que eu fui influenciada pelo Lucas Lima, sim, o ex-marido da Sandy. Eu nem seguia esse caboclo, mas o post sobre as metas de 2025 dele apareceu no meu explorar e quando eu fui fuçar, ele tinha postado as de 2026 e eu me senti muito bem vendo os planos dele.

Eu sou grandíssima entusiasta de metas, faço todos os anos, mas esse ano, o bichinho do pessimismo me pegou, pela primeira vez comecei um ano passando muito baixo, fiquei até triste. Conforme fui dando uma melhorada, fui achando que já era tarde demais pra pensar nessas coisas, mas resolvi não me deixar afetar e seguir com minhas coisinhas de garota.

ESTUDAR

Essa é uma das poucas metas que cumpro todo ano e no ano seguinte renovo.
Não importa o que seja, eu tenho que ativamente me matricular em alguma atividade que faça meu cérebro ir pra frente.
Já fiz roteiro de cinema, vários cursos de excrita, UX/UI design e a bola da vez é uma pós-graduação em Psicanálise.

100 TREINOS

É meus atletas, Lumico tá com sangue nozóio. A história dos 100 treinos é que eu quero levar uma vida mais ativa esse ano.
Sinto que 2025 foi um ano muito bom de farra e tudo, mas agora quero desacelerar, cuidar um pouco mais de mim, do meu corpinho e da minha mente. E ai, vamos juntos?

AMIGOS

Conforme citado ali em cima, foi um ano muito bom para estar com pessoas, mas eu quero expandir mais, fazer outros programas com meu amigos pra além da resenha.
Então não se assuste se eu te chamar pro cinema, um showzinho, comer ou fazer um treininho juntos, por que não?

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3 COISAS QUE ME INCOMODAM NAS PRODUÇÕES POLICIAIS NACIONAIS
29.10.2025

Eu sou uma grande fã de histórias policiais, por isso adoro ver produções brasileiras ganhando espaço, porém, certas coisas me fazem revirar os olhos. Estamos cansados de ouvir sobre a nossa riqueza de histórias e complexidade social única, então usar essa originalidade é o mais esperado, mas nem sempre é o que acontece. Aqui estão três pontos que eu não curto muito em algumas séries policiais brasileiras.

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A SOMA DE TODOS OS AGORA
21.10.2025

Todos passamos por momentos que mudam tudo, mas nem sempre estamos atentos. Quantas vezes queremos muito algo e nem nos damos conta quando acontece?

Quando estou triste gosto de olhar para trás e ir listando todos os acontecimentos que me trouxeram ao hoje. Passeio pela minha infância, meus anos de escola, os trabalhos que eu tive, as pessoas com quem me relacionei, meus amigos, as pessoas que ficaram pelo caminho, os animais que moraram comigo, minha família, os dias que ri, os dias que chorei…

Agora me dei conta de que faz tempo que eu não me sinto perdida. Talvez devesse, até porque estou em um dos meus piores momentos financeiros, me aventurando em outra profissão e questionando minhas escolhas que, no momento, envolvem morrer solteira.

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O FIM DO BAD BOY: POR QUE AS ADAPTAÇÕES DE NEW ADULT ESTÃO FALHANDO?
13.10.2025

Quem cresceu apaixonada pelos clássicos românticos já percebeu: as histórias de amor da ficção já não são mais as mesmas. O romance, que antes era o centro da narrativa, hoje aparece diluído, quase escondido em meio a doses exageradas de comédia.

Se antes vibrávamos com a notícia de uma adaptação, hoje a sensação é de desânimo, pois já sabemos que dificilmente ela vai entregar a mesma magia. Os New Adults, por exemplo, não funcionam tão bem nas telas.

Um bom exemplo é Belo Desastre. Lançado em 2011, o livro foi febre absoluta, mesmo carregando problemáticas. Mas a adaptação demorou quase 15 anos para sair, quando a legião de fãs já tinha amadurecido e perdido o encanto pelo clichê do bad boy universitário. Era o fim do bad boy, o público já havia migrado para outras fantasias (oi, milionário dominador!) e o filme acabou vergonhoso, infiel e irrelevante, passando despercebido até pelos assinantes de streaming.

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SERIADOS PARA ASSISTIR EM OUTUBRO
30.09.2025

Outubro mal começou e já promete ser um prato cheio para quem gosta de acompanhar novidades no mundinho Netflix. Entre estreias muito aguardadas e produções que chegam cheias de expectativa, três lançamentos chamaram minha atenção e já entraram para a minha lista do mês.

Monstro: a história de Ed Gein

A história real do serial killer e ladrão de túmulos que de tão cruel que inspirou os filmes mais aterrorizantes de Hollywood: O Silêncio dos Inocentes, Psicose e O Massacre da Serra Elétrica. Criada por Ryan Murphy e Ian Brennan, a série é o novo volume da coleção Monsters, dando continuidade à antologia após “Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos de Pais”. A produção de true crime se passa na Winsconsin rural de 1950 e conta a repulsiva história de Eddie Gein, um homem aparentemente tranquilo e solitário que vivia em uma fazenda decadente. A propriedade, porém, escondia os horrores cometidos por um dos maiores assassinos e ladrões de túmulos da história dos Estados Unidos. Ed era consumido por psicose e uma obsessão macabra pela própria mãe que o levou a cometer atrocidades com múltiplas vítimas.
Data prevista para lançamento: 3 de outubro
Onde assistir? Netflix

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TRÊS SÉRIES POLICIAIS BRASILEIRAS QUE EU GOSTEI + UMA QUE NÃO VALE A PENA
03.09.2025

Quando pensamos em séries policiais, é comum lembrarmos das produções americanas que dominam as plataformas de streaming. Mas a verdade é que o Brasil também tem criado histórias intensas, cheias de suspense e muito bem produzidas. Está mais do que na hora de valorizarmos o que é nosso e mergulharmos nessas narrativas nacionais que não deixam nada a desejar quando comparadas às produções estrangeiras. Aqui estão três sugestões de série policiais que eu amei:

Dupla Identidade (2014)

Escrita por Glória Perez e dirigida por René Sampaio, a série é uma produção da Globoplay e tem apenas uma temporada.
Estrelada por Bruno Gagliasso, Luana Piovani, Débora Falabella e Marcello Novaes, Dupla Identidade conta a história de Edu (Bruno Gagliasso), um serial killer de mulheres muito atraente.
Apesar de ter achado tudo americanizado demais, eu gostei. Quer dizer, temos nossas próprias histórias para contar, não precisamos nos basear em Ted Bundy e FBI, né? Apesar disso, acho que a série me surpreendeu pela fotografia e pelos personagens (principalmente Edu e Rai) que se desenvolvem muito bem no decorrer da trama.

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VIAJAR SOZINHA
31.07.2025
32.1.viajarsozinha

Viajar sozinha era o primeiro item da minha Bucket List e já comecei falhando. Mas calma! Meio que deu certo também.

Uma vez, eu tive um namorado que amava viajar, tipo, muito mesmo. Mas uma coisa me irritava: ele sempre ia para os mesmos lugares. Eu ficava ali sem entender aquela fixação em voltar para o já conhecido quando se tem um mundo inteiro disponível. Claro, eu entendo que pra muita gente, ter muita opção é angustiante, mas acho que essa é uma das poucas coisas que fogem da minha personalidade virginiana: eu tenho uma curiosidade genuína pelo desconhecido. Te explico.

Eu passei todos os anos da infância e adolescência viajando apenas para o interior do Tocantins para visitar parentes. Aquilo me deixava em conflito: por um lado adorava estar ali, ver minha família e ser uma novidade na cidade minúscula, mas também me estressava porque não tinha absolutamente NADA de interessante acontecendo. Na última vez que fui, aos 16 anos, vivi um romance de verão com o vizinho e essa foi a coisa mais relevante que rolou.

2014 – Quando fui morar em Uberlândia depois de ter gostado muito de visitar a cdade pela primeira vez em 2010
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EU QUERIA MUITO CHORAR (É TUDO BOBAGEM)
21.07.2025

(Agora tá tudo bem)

Foi meu último dia no trabalho. Deixei um documento explicando para a minha sucessora toda a minha rotina para que ela não fique tão perdida e escrevi um textinho de despedida, além de deixar uma mensagem bonita no quadro para as meninas. Também limpei as gavetas.

Vou sentir saudade de vcs, meninas…

Ser jornalista nunca foi algo que eu sonhei, eu sequer me apaixonei pela profissão, mas nesse trabalho eu encontrei muita coisa: um oportunidade de aprender mais, amigas leais e uma rotina confortável que me permitiu muita coisa. Então, como nem tudo são flores, essa não foi uma despedida fácil.

Não foi, principalmente porque não foi só um até logo, sei que estou exagerando em tudo, mas a sentimento que me sufoca a garganta é o de que de alguma forma, eu não dei certo na vida. A incapacidade de me resolver sozinha.

Um tempo atrás eu teria olhado para trás em pânico porque tudo parece uma bagunça, a vida que eu levo, as dívidas que possuo, os caras em quem eu acredito. Hoje eu sinto só… esse amargo de que parece que eu não tomo boas decisões.

O aniversário da Helena foi ótimo!

Eu nem sei porque estou tão dramática a respeito disso porque eu literalmente pedi por isso. Por uma grande mudança. Mas poxa, universo, não dava pra fazer em suaves parcelas?

Helena 2 anos, reforma de casa e missão madrinha

Minha casa segue em reforma, uma mudança física. O cômodo mais afetado foi o meu quarto, também conhecido como o meu santuário e que agora já tem mais de 30 dias que mas eu decidi que eu farei o que tiver que ser feito e só depois pensar no meu quarto. Até agora, vi que preciso comprar um guarda-roupa, um criado mudo, um abajur, um tapete, tinha e massa, instalar o ar, comprar uma cortina (talvez eu faça), preciso de uma cadeira (achei uma que amei, mas… vamos ver), preciso comprar a palha indiana também, pintar a cama e mais pra frente comprar um colchão novo, caixas organizadoras e uma luminária bonita pro teto.

Missão madrinha concluída com sucesso

Agora duas coisas estão na frente: a festinha de aniversário de 2 aninhos da Helena (aqui será só mão de obra) e a viagem pra Uberlândia… Comprei a passagem de ida e irei ficar em um airbnb. Missão madrinha de casamento, acho que é isso… Quando eu voltar é que irei me resolver com o novo emprego, muita coisa acontecendo. E eu ainda inventei que quero mexer no site, mas não arrumei ngm ainda. Vida que segue.

@lumiconunes