SESSÃO DE TERAPIA – 1ª TEMPORADA
23.06.2026

Estou maratonando a série Sessão de Terapia (GNT) que atualmente está na sexta temporada . A primeira temporada nos apresenta o psicólogo humanista Theo Ceccatto e seus cinco pacientes que intercalam os 45 episódios de 35 minutos. Nessa abordagem, o psicólogo foca na responsabilidade do indivíduo sobre as suas próprias escolhas de vida.

JÚLIA

A Júlia é uma mulher de 35 anos, anestesista que está em conflito com o namorado que a pediu em casamento. O motivo? O próprio Theo. A paciente está passando pelo que o psicólogo trata como transferência. Segundo o Instituto Brasileiro de Psicanálise, transferência é o processo inconsciente pelo qual o paciente redireciona sentimentos, desejos e expectativas do seu passado, especialmente ligados a figuras de autoridade ou pais, para a figura do analista.

Júlia está apaixonada pelo Theo e se declara. O problema aqui é que temos acesso à essa informação logo no primeiro episódio. Fica claro que ela já se trata há um tempo, mas como não sabemos sobre esse antes, ela fica parecendo uma pessoa descompensada. O segundo problema, no meu ponto de vista, é o próprio psicólogo.

A série deixa claro que Theo é um dos melhores da área e ele já está na faixa dos sessenta anos, ou seja, tem bastante experiência. Outra coisa que a Sessão de Terapia parece tentar mostrar é que os profissionais da saúde mental não estão isentos de viverem conflitos e problemas. No caso do Theo, ele vem enfrentando problemas no casamento e acaba se envolvendo emocionalmente com essa paciente. Então, ao passo que Júlia parece sempre fora de si, Theo parece despreparado. É um ponto de conflito que movimenta a série, principalmente porque o próprio Theo tem questões com o pai que abandonou a família para ficar com uma paciente. Eu entendi todo o ponto, mas não sei se foi a melhor escolha para o início da série.

BRENO

Breno é um atirador de elite que procura terapia depois que, em uma operação, ele mata um bandido, mas também mata uma criança. O problema é que ele parece não sentir remorso pela fatalidade. Com o tempo, Theo vai acessando as suas vulnerabilidades e descobrindo que Breno é filho de um militar muito rigoroso que reprimia as emoções do filho.

Esse paciente é insuportável. Arrogante e chato mesmo (inclusive uma das coisas que me deixou pensativa nessa temporada é em como as pessoas são grossas kkk). Enfim, ele teve um crescimento legal no decorrer dos episódios. O problema é quando ele se envolve amorosamente com Júlia e percebe o envolvimento da paciente com o psicólogo. Eu fiquei gag com a atitude do Theo, que avança LITERALMENTE no paciente depois de uma provocação kkk ele dá uma desculpa esfarrapada depois, mas nossa. Um NÃO pra mim.

NINA

A Nina é uma adolescente que está em busca de um laudo após sofrer um acidente e quebrar os dois braços. A seguradora quer saber como estava o estado mental da menina no momento em que ela bateu o carro, aparentemente de propósito. No decorrer da terapia, Nina demonstra ter uma relação muito difícil com a mãe enquanto tenta lidar com a adoração por um pai que não dá muita bola pra ela.

Além disso, descobre-se que a garota é uma ginasta e que mantém uma relação bem esquisita com o treinador. Essa paciente é bem legal porque não está envolvida nos rolos do Theo e ele consegue tratá-la direitinho. Conseguimos acompanhar o desenvolvimento e fechamento positivo no final da série.

ANA E JOÃO

Terapia de casal. INSUPORTÁVEIS. Tudo começa quando, depois de muitas tentativas e tratamentos, Ana consegue engravidar. O problema é que agora ela não parece estar tão certa dessa gravidez e quer abortar. O marido é completamente contra. Eles brigam, gritam e se humilham o tempo todo. É tão irritante que até o nosso psicólogo super renomado surta e fala umas verdades (kkkk).

THEO

O próprio Theo faz o que a psicanálise chama de supervisão, que é quando o profissional leva as questões dos pacientes e suas próprias questões para outro colega, a fim de discutir os casos e entender como as questões do psicólogo podem afetar as dos pacientes e vice-versa. Aqui Theo conversa com Dora, uma profissional e velha amiga com quem ele possui uma relação beeeem complicada.

Não sei, achei a temporada meio longa e até entendo os conflitos de Theo, mas isso deixou ele vulnerável demais e totalmente não confiável para o público, além do mais, a abordagem dele não fica tão clara nessa temporada, então tudo parece um grande arranjo. Não amei, mas também não desgostei o suficiente pra largar de mão.

Você conhece essa série?

TALVEZ UM DIA (COLLEEN HOOVER)
22.06.2026

Eu li Talvez Um Dia pela primeira vez em 2016 e agora reli porque estou lendo todos os livros da minha estante para saber se vou manter ou passar pra frente. Foi muito bom reler, ver a minha resenha daquela época e perceber como as coisas mudaram e como os meus pensamentos amadureceram, mas e ai: será que essa história vai continuar morando na minha estante?

Sydney mora com o namorado e a melhor amiga e todo dia observa o vizinho da frente tocar violão na varanda. Como ela é estudante de música, ela escreve as letras que imagina para as melodias que ele toca. Eu amei essa ideia: duas pessoas se conectando por meio da música antes mesmo de se conhecerem de verdade.

O problema começa no aniversário de 22 anos de Sydney. O tal vizinho resolve revelar que o namorado e a melhor amiga estão tendo um caso. Desse ponto em diante, o livro toma uma direção curiosa: Arrasada e sem ter pra onde ir, Sydney vai morar com o vizinho que divide apartamento com o melhor amigo viciado em pornô e uma garçonete sem noção.
As novidades não acabam por ai: Syd descobre que o vizinho se chama Ridge e que ele é surdo.

Ali, entre composições e desabafos sobre a dor de ser traída, os dois desenvolvem uma sintonia que inevitavelmente vira outra coisa. O problema é que Ridge namora, mas não é só que ele namora. Ele namora Maggie, a garota mais linda, legal e querida do universo (na minha opinião, ela é a personagem mais bem construída do livro todo). Enfim, mesmo assim um beijo acontece. É isso. Depois de páginas e páginas amaldiçoando traidores, os protagonistas vão lá e… traem. A história se desenrola entre momentos moralmente questionáveis e muita culpa.

Ai você se pergunta: então, por que diaxo esse cabra não termina?

Por que ele é homem, né? kkk brincadeira.
A Maggie é uma mulher bem misteriosa e tem uma história que deixa Ridge MUITO resistente ao término. Na cabeça do querido, ele a ama demais e por mais que tenha sentimentos pela Syd, eles, no máximo, se igualam aos que ele sente pela Maggie.

A Sidney é uma SONSA. Não adianta, não consegui sentir empatia por eles porque, honestamente, tem hora que beijar é o de menos. Então, o que salva Talvez Um Dia é o que salva quase todo Hoover: a leitura é compulsiva. Você quer saber até onde vai aquilo tudo, mesmo quando está com raiva dos personagens. E tem um mérito real na decisão de fazer Ridge surdo: a surdez não é usada como ornamento, ela muda genuinamente a dinâmica da comunicação entre eles e as cenas de composição colaborativa têm uma intimidade que funciona. Mas vou ser honesta: quando Ridge começa a falar de uma hora pra outra, alguma coisa quebrou em mim. Pareceu uma concessão desnecessária, como se o livro tivesse desconfiado da própria escolha narrativa no final.

CITAÇÕES

— Você consegue ler lábios?
— Depende dos lábios.

Às vezes na vida, precisamos de alguns dias ruins, para manter os bons em perspectiva.

Por ela eu me curvo, por você eu quebro.

Não fiz nada nos últimos cinco anos além de tentar ser o herói que a protege. O problema? Heroínas não precisam de proteção.

SINOPSE

Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex-melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento… Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido.

Sydney encontra abrigo na casa de Ridge, um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.

TALVEZ UM DIA

Início da leitura: 28 de maio de 2026
Término da leitura: 31 de maio de 2026
Autor: Collen Hoover
Título original: Maybe Someday
Editora: Galera
Ano: 2016
Número de páginas: 368
Gênero: Ficção Romântica

METAS RECAP
11.06.2026

Tinha começado esse texto falando sobre rigidez cognitiva que é quando existe uma dificuldade em adaptar pensamentos, comportamentos ou crenças diante de novas situações, regras ou imprevistos.

Um dia eu acordei e não fui treinar, então nunca mais fui. As aulas avançaram e eu não conclui uma leitura, então parei de ler. A grana foi ficando curta, parei de sonhar. Não conseguia escrever todos os dias, nunca mais escrevi e por ai vai.

Tava tudo pronto pra postar, mas fui conversar com os meus amigos e estamos todos esgotados. Esgotados com as escolhas de carreira, esgotados com as novas possibilidades, esgotados de mudanças, esgotados na mesmice.

Pode ser a tal rigidez cognitiva, mas também pode ser o esgotamento e o cansaço de não ter tempo para fazermos o que queremos confortavelmente. Sem abrir mão das horas de sono, do horário de almoço ou ter que deixar de ganhar dinheiro.

Esse ano eu demorei a saber quais seriam as minhas metas. Quando descobri, comecei a compartilhar com vocês os meus avanços. Tava empolgada, mas de repente, cansaço. Deixei de fazer uma coisa na segunda, outra na quarta e quando vi, não estava fazendo mais nada.

O que eu quero com esse texto, é te falar que tudo bem não dar conta de tudo todos os dias, que você até pode mudar de ideia e não querer mais fazer as coisas, mas não desista tão fácil!

Eu sentei, vi minhas metas e resolvi que não vou desistir delas. Então, vamos pra segunda tentativa, dessa vez tentando ser um pouco mais carinhosa com o processo.

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FERNANDA HOFMANN LANÇA TODO AMOR QUE DURA, SINGLE QUE TRANSFORMA AMOR SEM RESPOSTA EM MÚSICA
17.04.2026

Faixa chega em 24 de abril em todas as plataformas, com clipe no YouTube às 20h

Tem perguntas que a gente carrega por anos sem encontrar quem responda direito. Para Fernanda Hofmann, uma delas chegou ainda adolescente, dentro do consultório de uma psicóloga: como você sabe que não vale mais a pena investir num amor? 
A resposta que veio não satisfez. A pergunta ficou. E virou música.

Todo Amor Que Dura é o single que anuncia o retorno da cantora e compositora tocantinense de 23 anos e chega carregando dez anos de incômodo destilados em quatro minutos e dez segundos. A faixa, produzida pelo paulistano Adriano Alves, marca uma virada sonora em relação ao EP de estreia Baixas Expectativas (2023): mais pop, mais ampla, com uma maturidade que não abandona a franqueza que já era marca registrada de Fernanda.

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NÃO SEI MAIS O QUE FAZER PARA TER UMA VIDA AESTHETIC
18.03.2026

Acordar às cinco da manhã. Arrumar a cama. Calçar um tênis legal. Correr. Tomar um café da manhã decente. Se arrumar gatinha. Trabalhar. Almoçar uma salada. Ler. Escrever em um diário com caligrafia bonita. Yoga. Viajar. Tomar cafés superfaturados.

Eu não sigo grandes influencers. É uma regra. Mas comecei seguir esse povo do lifestyle pra me inspirar e sempre saio frustrada. Eu acordo às 5 da manhã duas vezes por semana, é algo recente, até seis meses atrás, eu chegava em casa às cinco. Então, acordo caindo pelos cantos e mau humorada, demoro pegar no tranco. Meu quarto está um caos, roupas da semana na cadeira, na cama, no chão, latas vazias, copos de água, papéis e toda loucura me impedem de arrumar a cama (pode ser que eu também já esteja atrasada, ah e é um caos normal e não depressivo, eu acho kkk então sem julgamentos).

Vou pra corrida, mas não consigo correr. Meu pé dói, talvez o tênis não seja adequado. Sinto os olhares de julgamento, espelhos do meu próprio, não sei de um dia serei capaz. Tomo café preto com açúcar, sempre odiei comer de manhã. Às vezes, pulo o banho. Entro no trabalho e fico por lá o resto do dia. Minha mãe faz lasanha, macarronada e outras delicias no almoço. Estou lendo o mesmo livro que li ano passado, não consigo me dedicar a algo novo. Meus registros pararam logo na primeira semana de janeiro. Estou quebrada, lisa, dura.

E é isso, não sei como deixar a vida um pouco mais aesthetic.

ENTREVISTA: ALICE AGNES
27.01.2026

Conversei com Alice Agnes, co-fundadora do Aplicativo MIGA. A iniciativa foi uma das 100 startups selecionadas pelo Sebrae como destaque no Startup Summit 2025, que aconteceu em agosto passado em Florianópolis.

Alice Agnes é jornalista e doutora em antropologia. Ela se dedica à pauta do autocuidado desde 2018 e se apaixonou por esse projeto que une tecnologia e bem-estar feminino. Ao lado de sua sócia, a psicóloga Hareli Cecchin, Alice transformou uma ideia em realidade: criou uma ferramenta acessível, prática e acolhedora para ajudar mulheres a cuidarem de si mesmas com mais informação e apoio.

Nesta entrevista, Alice fala sobre o processo de criação do aplicativo, os desafios e aprendizados dessa jornada empreendedora, os diferenciais do Miga e o impacto que espera causar na vida das usuárias. Também abri espaço para conversarmos sobre futuro, sonhos e inspirações para outras mulheres que desejam empreender.

Prepare-se para conhecer mais sobre essa iniciativa inovadora que promete marcar presença no universo da saúde e bem-estar feminino.

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ACHEI QUE NÃO TERIA METAS
20.01.2026

Uma coisa muito legal sobre esse post é que eu fui influenciada pelo Lucas Lima, sim, o ex-marido da Sandy. Eu nem seguia esse caboclo, mas o post sobre as metas de 2025 dele apareceu no meu explorar e quando eu fui fuçar, ele tinha postado as de 2026 e eu me senti muito bem vendo os planos dele.

Eu sou grandíssima entusiasta de metas, faço todos os anos, mas esse ano, o bichinho do pessimismo me pegou, pela primeira vez comecei um ano passando muito baixo, fiquei até triste. Conforme fui dando uma melhorada, fui achando que já era tarde demais pra pensar nessas coisas, mas resolvi não me deixar afetar e seguir com minhas coisinhas de garota.

ESTUDAR

Essa é uma das poucas metas que cumpro todo ano e no ano seguinte renovo.
Não importa o que seja, eu tenho que ativamente me matricular em alguma atividade que faça meu cérebro ir pra frente.
Já fiz roteiro de cinema, vários cursos de excrita, UX/UI design e a bola da vez é uma pós-graduação em Psicanálise.

100 TREINOS

É meus atletas, Lumico tá com sangue nozóio. A história dos 100 treinos é que eu quero levar uma vida mais ativa esse ano.
Sinto que 2025 foi um ano muito bom de farra e tudo, mas agora quero desacelerar, cuidar um pouco mais de mim, do meu corpinho e da minha mente. E ai, vamos juntos?

AMIGOS

Conforme citado ali em cima, foi um ano muito bom para estar com pessoas, mas eu quero expandir mais, fazer outros programas com meu amigos pra além da resenha.
Então não se assuste se eu te chamar pro cinema, um showzinho, comer ou fazer um treininho juntos, por que não?

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E 2026, HEM?
14.01.2026

E 2026, hem? Como boa virginiana, eu sempre esperei o dia primeiro de janeiro com muita ansiedade: muitas metas, planos e listas. Coisas que não sobrevivem até dezembro com muito entusiasmo. Esse ano, porém, senti uma pontada diferente, não um brilho ou o tipo de esperança que se espalhava pelo meu corpo, mas uma angústia cansativa que me fez pesquisar no Google: sinais de burnout. Mas não era.

Tem cinco anos que eu tento me reencontrar e quanto mais eu tento, mais perdida eu fico. Só que finalmente as coisas estão começando a fazer sentido, inclusive esse cansaço. Acho que estou começando a fazer as pazes comigo mesma. Não como quem tenta abraçar o passado, mas como uma pessoa pronta pra viver o dia de amanhã.

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INVENTÁRIO DE MAKES VERDADEIRAMENTE ÚTIL
17.11.2025

Essa semana estava procurando posts pra me inspirar aqui e recentemente teve uma trend que se chama “inventário de makes”, em um primeiro momento achei legal e salvei pra fazer. Também salvei uma de mostrar os “produtos preferidos”.

Na hora de produzir, porém, eu olhei pra tudo o que tenho e pensei: será que isso é mesmo legal?
Voltei nos posts em que a menina contabilizava 3 primers, 14 bases, 6 corretivos, 2 contornos, 10 blushes cremosos, 9 em pó, 3 paletas de rosto, 6 pós soltos, 2 pós compactos, 8 iluminadores e (ufa!) 6 brumas. Tudo bem, não estou julgando a querida (que gosto e sigo, inclusive), é o nicho dela, ela deve maquiar profissionalmente também (não sei) e provavelmente recebe produtos de marcas, o que ajuda no acúmulo de coisas.

Mas euzinha? Uma reles mortal, em que te ajudaria mostrar tudo o que eu tenho (eu não tenho muita coisa, gente kkk), mas já tive. Muitas vezes me senti influenciada a comprar, comprar e COMPRAR pra nada. A gente, muitas vezes na empolgação, quer ter aquele produto maravilhoso que a pessoa que nos ensinou a maquiar fala com tanta propriedade, né?

A outra coisa que entra nessa equação é que no post sobre produtos favoritos, a mona mostrou um monte de produto de marcas caríssimas e isso também mexe com o nosso ego: claro que eu sonho com uma base Dior e já até investi um rim uma vez numa máscara de cílios da TOO FACED. Mas precisava? kkkk

Então, ao invés de indicar produtos, vou dar umas dicas de como escolher produtos legais que funcionem pra você independente do preço.

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TRUE CRIME, TRUE VÍCIO?
12.11.2025

Antes de tudo, um aviso sincero: esse texto não julga quem consome true crime. Eu consumo. Bastante até. Justamente por isso, senti vontade de trazer esse assunto aqui porque se a gente vai consumir, vamos pelo menos refletir sobre o que isso significa.

De documentários a podcasts investigativos, o fascínio por histórias reais de crimes hediondos levou o true crime a virar um dos gêneros de entretenimento mais consumidos nos últimos anos. O problema é que junto com essa popularização veio algo delicado: a transformação de histórias traumáticas reais em produto cultural.

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REESCREVENDO MEU LIVRO
05.11.2025

Estou reescrevendo o meu livro e quero compartilhar o processo com vocês. Primeiramente, lancei o Mais Brilhante Que O Sol em 2013. Foi o meu primeiro livro, paguei uma editora, tem alguns impressos por ai, mas não é um livro que eu amo. Na verdade, é algo que sempre me traumatizou um pouco, então agora estou fazendo uma segunda edição, melhorando apenas o que foi escrito sem mudar a essência da história. Esse é um processo que eu já tentei fazer um milhão de vezes, mas sempre acabava mudando demais a história e me frustrando, dessa vez eu estou conseguindo bem.

Autografando meu livro para o meu pai em 2013 <3

Sinopse

Helena é uma jovem que saiu muito cedo da casa do pais, que moravam no interior, em busca de novos horizontes. Inteligente e sonhadora, tendo em seu passado desilusões amorosas, vê sua vida mudar ao ter a chance de ir para Nova York com sua melhor amiga e se reinventar. Em Nova York, quando sai para procurar emprego um labrador se solta da coleira e brincando a derruba, ela não acredita que a sorte tenha batido na sua porta ao se deparar com George, o dono do cão, um ator americano no qual ela nutre uma paixão platônica. Um romance avassalador sobre julgamento, confiança e amizade.

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HISTÓRIAS DE VÓ (A. AGNES)
04.11.2025

Histórias de Vó uma das resenhas mais difíceis que já precisei escrever, não porque o livro seja complexo, mas porque eu temia ser injusta. Medo de parecer tendenciosa, medo de acharem que eu estaria elogiando em benefício próprio. Mas a verdade é simples: deixar de falar sobre Histórias de Vó seria um desperdício. Esse livro é um tesouro da nossa história e merece ser lido, celebrado e protegido.

Pra você que ainda não sabe, eu fui, com muito orgulho, a revisora desse trabalho. Confesso: tive medo de aceitar. Tive medo de ter que dizer que não era bom. Mas bastaram as primeiras páginas para esse receio ir embora. Quando percebi, já estava completamente mergulhada em um dos projetos mais emocionantes e especiais da minha carreira.

Histórias de Vó nos conduz por mistérios, segredos e memórias ancestrais do cerrado, atravessando gerações por meio de oito narrativas fantásticas inspiradas em mulheres lendárias: nossas avós.

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@lumiconunes