AOS PERDIDOS, COM AMOR
14.03.2019

Aos Perdidos, Com Amor

Autor: Brigid Kemmerer
Editora: Plataforma21
Páginas: 450
Sinopse: Juliet Young sempre escreveu cartas para sua mãe. Mesmo depois da morte dela, continua escrevendo – e as deixa no cemitério. É a única coisa que tem ajudado a jovem a não se perder de si mesma. Já Declan Murphy é o típico rebelde. O cara da escola de quem sempre desconfiam que fará algo errado, ou até ilegal. O que poucos sabem é que, apesar da aparência durona, ele se sente perdido. Enquanto cumpre pena prestando serviço comunitário no cemitério local, vive assombrado por fantasmas do passado.

Um dia, Declan encontra uma carta anônima em um túmulo e reconhece a dor presente nela. Assim, começa a se corresponder com uma desconhecida… exceto por um detalhe: Juliet e Declan não são completos desconhecidos um do outro.
Eles estudam na mesma escola, porém são tão diferentes que sempre se repeliram. E agora, sem saber, trocam os segredos mais íntimos. Mas, aos poucos, a vida real começa a interferir no universo particular das confidências.
E isso pode separá-los ou uni-los para sempre. Entre cartas, e-mails e relatos, Brigid Kemmerer constrói uma trama intensa, repleta de descobertas e narrada sob o ponto de vista dos dois personagens. Uma história de amor moderna de arrebatar o coração.
Nota: ♥♥♥♥

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A MULHER NA JANELA
19.02.2019

A MULHER NA JANELA

Autor: A. J. Finn
Editora: Arqueiro
Páginas: 352
Sinopse: Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e… espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle? Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. “A Mulher Na Janela” é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.
Nota: 

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LITERALMENTE
26.01.2019

LITERALMENTE

Autor: Lucy Keating
Editora: Globo Alt
Páginas: 208
Sinopse: E SE A VIDA PERFEITA JÁ ESTIVESSE ESCRITA PARA VOCÊ?
Annabelle leva uma vida perfeitamente sob controle. Ela tem amigos, segue sua rotina à risca, está prestes a se formar e mora com os pais e o irmão mais velho em uma casa que ama. Mas as coisas começam a fugir do controle quando Lucy Keating, autora best-seller de livros juvenis, vai à sua escola falar sobre seu novo romance e, curiosamente, passa a descrever a vida de Annabelle. Logo fica claro que Annabelle é a mais nova protagonista da história de Lucy e, de súbito, o relacionamento de seus pais não parece mais tão perfeito, a casa que tanto ama corre sérios riscos de ser vendida, Will — um aluno transferido que parece literalmente feito para ela — não é mais tão interessante e Elliot, o melhor amigo de seu irmão, passa a ser algo mais que apenas um coadjuvante em sua história.
Nota: ♥♥♥♥♥

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O GAROTO DOS MEUS SONHOS
10.01.2019

O GAROTO DOS MEUS SONHOS

Autor: Lucy Keating
Editora: Globo Alt
Páginas: 264
Sinopse: Desde quando consegue se lembrar, Alice tem sonhado com Max. Juntos eles viajaram o mundo, passearam em elefantes cor-de-rosa, fizeram guerra de biscoitos no Metropolitan Museum of Art… e acabaram se apaixonando. Max é o garoto dos sonhos – e somente dos sonhos – até o dia em que Alice o vê, surpreendentemente, na vida real. Mas ele não faz ideia de quem ela é… Ou faz? Enquanto começam a se conhecer, Alice percebe que o Max dos Sonhos em nada se parece com o Max Real. Ele é complicado e teimoso, além de ter uma namorada e uma vida inteira da qual Alice não faz parte. Quando coisas fantásticas dos sonhos começam estranhamente a aparecer na vida real – como pavões gigantes que falam, folhas de outono cor-de-rosa incandescente, e constelações de estrelas coloridas –, Alice e Max precisam tomar a difícil decisão de fazer isso tudo parar. Mesmo que os sonhos sejam mais encantadores que a realidade, seria realmente bom viver neles para sempre?
Nota: ♥♥♥♡♡

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GAROTAS TRISTES – LANG LEAV
27.11.2018

Garotas Tristes

Autor : Lang Leav
Editora : Globo Alt
Páginas : 416
Sinopse : O luto toma conta da cidade quando Ana tira a própria vida, mas é Audrey, uma colega de classe pouco próxima da garota, que o sente mais profundamente: uma mentira inventada por ela pode estar por trás do suicídio. Lucy e Candela, suas melhores amigas, ajudam-na a manter a história em segredo, sem saber que a trama toda foi inventada por ela.
Após o ocorrido, a vida das garotas entra numa espiral decadente. Entre os ataques de pânico constantes de Audrey, a nova rotina obscura de Candela e a tentativa de mediação de Lucy, uma amizade até então estruturada começa a ruir. Um novo romance parece ser exatamente o que Audrey precisa, mas o misterioso Rad não pode ser o par ideal. Ou pode?
Enquanto tenta equilibrar um romance inadequado, o começo de uma carreira e o próprio egoísmo, Audrey tem que lidar com as consequências de seus atos: a ansiedade constante e a forma como sua mentira afetou todos ao seu redor.
Nota: ♥♥♥♥♡

SOBRE A HISTÓRIA

No seu último ano de escola Audrey se vê em uma situação pesada: Ana, uma de suas colegas, se suicidou por causa de um boato inventado por ela. No velório, Audrey acaba conhecendo Rad – o namorado de Ana – a conexão entre eles é imediata, porém a amizade é um tanto conturbada, pois ambos acabam sendo julgados.

A relação de Audrey com sua mãe é cheia de tropeços por causa de erros do passado e essa nova amizade contribui para que as duas se distanciem ainda mais. Outra relação prejudicada é seu namoro com Duck, o garoto com quem ela namora desde sempre e que a salvou de um afogamento na infância.

O segredo que Audrey carrega faz com que a garota tenha crises de pânico e nas sessões de terapia ela tenta lidar com a culpa. Além disso, ela pode contar com suas duas melhores amigas: Lucy – que é super fofa e tem uma vida perfeita com o namorado Freddy e Candela – a garota mais próxima a Ana – que lida com seu luto de uma forma totalmente destrutiva.

Audrey embarca em um caminho cheio de descobertas, passando por altos e baixos, tentando se libertar da culpa sem saber que há um segredo muito maior por trás de tudo o que ela está passando.

O QUE EU ACHEI DE GAROTAS TRISTES

Foi uma leitura lenta e toda vez eu tirava um trechinho que achava interessante. Precisei de uns dias para sentar as ideias na minha cabeça e agora vos trago conclusões.

Comprei Garotas Tristes porque achei o título chamativo, capa lindíssima e a sinopse fechou tudo com chave de ouro. Eu gostei bastante da escrita da autora e do tema escolhido por ela, mas acho que tudo se perdeu no meio do caminho. Tinha tanta coisa a ser explorada, mas a trilha escolhida foi a mais fútil: o romance.

Audrey estava passando por muitas coisas que mereciam ser colocadas em um holofote: toda a questão do suicídio, problemas psicológicos, liberdade recém adquirida, estudos, família, amizades… Os personagens acabaram ficando rasos e suas histórias se perdendo e vários assuntos foram sendo jogados e jogados e jogados e… Cadê? Senti falta de um final para eles, senti falta de conhecê-los e de sentir suas histórias de aprofundando.

Apesar de ter ficado surpresa com o final, percebi que encerrei o livro com muitos questionamentos e o principal deles: do que, exatamente, se tratava Garotas Tristes? Queria mais. Muito mais.

Mas me fez pensar muito. Os diálogos são lindos e nos levam a reflexões fortes, por exemplo: O que é necessário para fazer com que a gente deixe de amar uma pessoa?

TRECHOS

“Ela costumava dizer que as coisas mais lindas são danificadas de alguma maneira.”

“A juventude é desperdiçada com os jovens.”

“Essa é a questão sobre escritores: por um lado, tudo é sagrado pra eles; mas, por outro, nada é de verdade.”

“Às vezes nos apegamos às coisas, só pelo bem delas.”

“Não quero me apaixonar por outra garota triste.”

“Aprendi que a escrita é o prêmio de consolação que você recebe quando não consegue a coisa que mais quer.”

“Seu primeiro amor não é a primeira pessoa a quem você dá o coração: é a primeira pessoa que o quebra.”

COMO NUM FILME
07.11.2018

Antes de começar quero dizer que sabia onde estava me metendo. Como Num Filme conta a história de Ethan, o típico garoto adorado, bonito, rico e popular e Stephanie a garota revoltada, a única coisa que eles tem em comum é a aula de cinema. Porém em um acordo meio nada a ver, ela começa fingir que é namorada de Ethan para que ele fuja da ex e em troca ele a deixa morar em um quarto em sua casa.

Eu li o livro muito rápido, então a escrita é envolvente, mas enquanto estava lendo de repente parecia que tinha sumido umas vinte páginas, as coisas aconteciam muito repentinamente, tive essa sensação várias vezes. Fora que toda história é meio nada a ver, e posso dizer que é uma característica da autora, ela adora criar um drama e um mistério e quando vai solucionar é uma coisa banal.

Os protagonistas são muito carismáticos e a química funciona, mas senti falta de um plot twist de tirar o fôlego. O livro é um grande clichê: menino + menina fingem namoro = se apaixonam de verdade. Não se enganem, eu adoro, porém sei que a escritora poderia ter feito mais.

Autor: Lauren Layne Ano: 2018 Páginas: 224 Editora: Paralela Nota: 2/5

MIL PALAVRAS
06.11.2018

“Número desconhecido 107: Puta disponível! Ashleigh Maynard! 555-3434”
“Número desconhecido 112: Q peitos caidaços lol”
“Número desconhecido 174: Verdade q vc tá disponível? Pq tô afim!”
“Número desconhecido 198: Eu sempre soube q vc era uma puta”

Conhecida por escrever livros sobre temas tabus, mas necessários, o lançamento de Jennifer Brown não fugiu da raia ao falar sobre revenge porn  (pornografia de vingança, quando um ex-parceiro expõe imagens íntimas da pessoa após o rompimento da relação), sexting (compartilhamento de conteúdo pornográfico via celular) e pornografia infantil em Mil Palavras.

Tudo começa quando Kaleb, namorado da Ashleigh, vai pra faculdade e o relacionamento deles esfria. Pra tentar esquentar as coisas, a garota manda uma foto nua para ele e basta uma discussão para que a foto se torne pública afetando a vida de Ash e todos ao seu redor.

“Uma imagem vale mais do que mil palavras. Mas não conta a história inteira.”

Na legislação americana o que aconteceu com Ash se enquadra em pornografia infantil porque ela tinha apenas dezessete anos quando a foto em questão foi vazada. Tanto ela quanto Kaleb sofrem consequências, mas o livro é focado na experiência dela.

Narrado em primeira pessoa, os capítulos são intercalados entre o presente com Ash cumprindo serviço comunitário por distribuição de pornografia e os eventos que antecederam o caos. Já Kaleb, por ser maior de idade pode ser fichado, além de distribuição, como criminoso sexual.

“Agora, no que eu era boa? Em me esconder na multidão? Ignorar cantadas? Baixar a cabeça para uns idiotas de mente suja? Pedir desculpas?” 

Não foi o melhor livro da Brown que já falou sobre bullying e relacionamentos abusivos, senti que o livro foi muito ambíguo com a questão de culpabilização da vítima. Uma palavra que o descreve é raso, pelo número de páginas eu já imaginava isso, porém nem a história nem os personagens se desenvolveram e eu sinto que poderia ter sido bem melhor porque no final tudo ficou meio que no ar.

A escritora é conhecida por não alisar, as coisas são cruas e o livro assusta por ser tão real. A capa é um bom exemplo disso. A edição está bonita e bem chocante.  Contextualizando um pouco, em novembro de 2017 o Senado brasileiro ampliou a pena para quem pratica revenge porn (de três meses a um ano mais multa para de dois a quatro anos mais multa).

Mil Palavras

Autor: Jennifer Brown Ano: 2018 Páginas: 200 Editora: Intrínseca Nota: 4/5

“Tirar aquela foto foi um erro, mas, de alguma forma, aquele erro estava se transformando em mim.”

NA MINHA ESTANTE // SETEMBRO
04.09.2018

Minha estante em agosto foi fraca. Além de ter virado mais uma primavera, a faculdade se tornou algo real e eu descobri que estou grávida! Então, não podemos dizer que não foi um mês agitado. Não cumpri muito minha lista de leituras e ainda decidi passar pra frente dois livros. Capitães da Areia foi um desafio e eu estou muito feliz em dizer que consegui! Pra setembro reservei só dois livros, pois não estou mais aguentando ficar acordada de madrugada.

Lidos Em Agosto

The Chase – Kennedy, Elle (4/5 estrelas)

Summer e Fitz são completos opostos, mas isso não impede que eles sejam caidinhos um pelo outro. A resenha já está no instagram. Achei mais interessante postar lá, mas se vocês quiserem posso postar aqui.

Mil Palavras – Brown, Jennifer (5/5 estrelas)

Jennifer Brown tem o dom de falar sobre assuntos difíceis, dessa vez conhecemos Ashleigh, uma garota que teve sua intimidade exposta na internet. Revenge Porn é um assunto que está entre nós, mas ainda é um tabu. Esse livro é importantíssimo!

Capitães da Areia – Amado, Jorge (5/5 estrelas)

Um clássico nacional. Jorge Amado nos apresenta os donos das ruas de Salvador, apesar de ser uma história legal, é super triste também. Já senti o impacto no começo, onde todos colocam a culpa, mas ninguém quer ser o responsável, quando todos nós somos. Vale a reflexão.

Poesia com Rapadura – Bessa, Bráulio (5/5 estrelas)

Pensa numa leitura linda de todas as formas possíveis! Além das poesias lindas, o livro é todo colorido e estilizado! Sei que você pensa: ahhh não gosto! Mas te desafio. Você vai se apaixonar.

 

Quero Ler Em Setembro

1984 – Orwell, George

É pra faculdade, mas estou realmente interessada.

Quando foi publicada em 1949, essa assustadora distopia datada de forma arbitrária num futuro perigosamente próximo logo experimentaria um imenso sucesso de público. A escrita translúcida de George Orwell, os personagens fortes, traçados a carvão por um vigoroso desenhista de personalidades, a trama seca e crua e o tom de sátira sombria garantiram a entrada precoce de 1984 no restrito panteão dos grandes clássicos modernos.

A Mulher na Janela – Finn, A. J.

Não vi um ser humano sequer falando mal desse livro, espero não me decepcionar. Estou cansada de histórias boas, mas previsíveis. Dizem que esse é 100% surpresa.

Nesse thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. A mulher na janela é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.

Na Natureza Selvagem – Krakauer, Jon

É o livro do mês do clube do livro. A história real de Chris McCandless fascina muita gente. O jovem vindo de família rica, mas morreu aos 24 anos de inanição após caminhar sozinho até o Alasca é sem dúvidas uma leitura muito rica.

 

Wishlist

Lô – Bellotto, Tony

Dizem que a escrita do Tony é sensacional e eu fiquei bastante instigada com essa releitura do clássico Lolita escrito de uma forma cômica e abrasileirada.

Garotas Tristes – Lang, Leav

“Seu primeiro amor não é a primeira pessoa a quem você dá o coração: é a primeira que o quebra.”

Tô achando que esse livro vai me deixar deitada em posição fetal uns três dias. E pensa numa capa linda!

Arte e Alma- Cherry, Brittainy C.

Apesar de já ter sido lançando há um tempo em inglês, esse livro ainda é inédito pra mim. E como vocês sabem, a Cherry é uma das minhas escritoras favoritas.

 

E é isso. O que vocês acharam? Conhecem algum desses títulos? Querem sugerir?

Beijos e até a próxima!

O ÓDIO QUE VOCÊ SEMEIA
29.08.2018

Posso dizer que o Ódio Que Você Semeia me tocou profundamente, acho que essa é uma leitura importante e até mesmo obrigatória, principalmente quando tivemos manifestações de racismo muito tristes no meio de pessoas que deveriam estar nos influenciando para o bem.

Você sabia que ainda criança os negros aprendem como devem se portar na presença de policiais?

Não faça movimentos bruscos.
Deixe sempre as mãos à mostra.
Só fale quando te perguntarem algo.
Seja obediente.

São algumas das regras que Starr aprendeu. Uma noite, a garota de dezesseis anos e seu melhor amigo Khalil são parados por uma viatura e basta que um movimento “errado” e uma “suposição” faça com que Khalil seja morto a tiros na frente de Starr.

Starr vive duas realidades: ela estuda em um colégio caro e tem amigos brancos e ricos, mas mora em um bairro periférico negro, dominado por gangues e oprimido pela polícia. Ela é a única testemunha do crime, ela quer fazer a coisa certa, mas para isso precisa encontrar sua voz.

Representatividade importa, sabe porque? Porque eu não fazia ideia de que existia um Jesus Negro e achava que essas conversas sobre abordagem de policial fosse algo meramente ilustrado para trazer mais emoção para séries de TV. Representatividade importa porque eu descobri que já tive falas racistas.

O que eu mais gostei sobre  O Ódio Que Você Semeia é que fala sobre um assunto sério de maneira muito completa e simples. Relacionamentos interraciais e até mesmo aquele lembrete que racismo também é praticado contra outras raças, como por exemplo, pessoas asiáticas. E que o racista não é um monstro, ele é como eu e você, um ser humano.

Separei além do trailer mais três vídeos que indico fortemente para vocês assistirem:

 

AGORA E PARA SEMPRE, LARA JEAN
14.08.2018

Chegou o final da trilogia que mais me fez feliz esse ano 🙁  Mas vamos lá. Fazendo um resumo bem breve da série inteira, é muito fácil amar Para Todos Os Garotos Que Já Amei, só por ele existir; apesar de ter ficado chateada com várias coisas em P.S.: Ainda Amo VocêAgora e Para Sempre, Lara Jean foi o livro que encerrou com chave de ouro. A trilogia é muito completa.

Acho que isso também é parte de crescer, ter de despedir de coisas que você amava.

É muito fácil gostar da Lara Jean, ela é muito fofa, me identifico com seu jeito de tentar fazer as coisas serem especiais, além de ser uma personagem real com problemas reais.

Eu fiquei magoada com Peter, mas sou muito grata por a escritora não ter mudado ele. Era um esforço enorme ficar me lembrando que ele só tem dezessete anos, mas gostei muito de ele não ter amadurecido, conforme eu queria. Peter continuou mimado, mesmo que estivesse me incomodando, porque é o jeito dele mesmo, um menino que não arruma nem a cama (oi, Babi!).

Ser vulnerável, deixar pessoas se aproximarem, se magoar… tudo isso é parte de estar apaixonado.

Todos tiveram fim. Quando os personagens pararam de ser relevantes, eles simplesmente saíram de cena, sem drama, sem ficar tentando incluir. Os personagens saíram na hora que tinham que sair e pronto. As coisas, na verdade, são assim.

O que eu mais amei no personagens é que eles eram o que eram e não se desculpavam por isso. Todo aquele papo que eu já falei aqui um milhão de vezes sobre personagens reais. Cada um com suas particularidades, defeitos e perfeições. Mas, pra mim, a série não tem defeitos.

Nós fazemos nossa própria sorte.

Espero que vocês tenham gostado, se não leram ainda, corre! O filme vai ser lançado sexta-feira (17/08) na Netflix.

Agora E Para Sempre, Lara Jean

Autor: Jenny Han Ano: 2017 Páginas: 304 Editora: Intrínseca Nota: 5/5

 

É assim que acontece? Você se apaixona e nada mais parece assustador, e a vida é apenas uma grande possibilidade?

@lumanunesblog