HABITUAL MAGAZINE
13.08.2019

A revista habitual foi um trabalho que desenvolvi no terceiro período da faculdade de Jornalismo com meus colegas. Como nossa nota foi boa, resolvi compartilhar com vocês explicando um pouco nossas ideias e como produzimos tudo.

A REVISTA HABITUAL

A revista foi pensada para mulheres que por algum motivo estão saindo da casa dos pais para alcançar sua independência. Pensamos em trazer um conteúdo diversificado dando dicas de decoração, finanças, organização… Tudo para que nossas leitoras encontrem seus lugares no mundo.
O design foi todo feito através do Canva e as imagens que ilustram as matérias são autorais e algumas de bancos de imagem.

SUMÁRIO

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VOCÊ SE ACEITA COMO É?
03.03.2019

Oi gente! Um dos trabalhos desse semestre era fazer uma releitura através de fotografia da obra de um artista famoso sorteado previamente. O artista do meu grupo foi Monet e nós escolhemos o quadro Woman With A Parasol (essa ai de cima).
Precisávamos ligar a foto a um texto jornalistico cujo tema era: Aceitação do Corpo Feminino Frente os Padrões Impostos Pela Sociedade.

E eu que encabecei tudo levei um tapão na cara, pois fui a modelo da famigerada foto. Desde pequenas somos expostas a padrões irreais, por exemplo, a Barbie. Para nós, o bonito é o que nos é mostrado: corpo magro, sem manchas, sem estrias, sem celulites, pele branca, cabelos lisos… Sem falar em coisas mais extremas tipo genitais rosados e sem pelos.

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DRAMAS UNIVERSITÁRIOS #2: ACABOU O 1º PERÍODO
15.11.2018

Oi gente!

Pra quem não sabe eu estudo Jornalismo na Universidade Federal do Tocantins (UFT) e o meu semestre que começou em agosto acabou de acabar. Em 2014 teve uma greve que atrasou todo o calendário, por isso está tudo reduzido agora para tentar organizar. Eu tinha uma série de posts programados, mas tudo aconteceu tão rápido que resolvi fazer um compilado com várias diquinhas.

O Curso

Jornalismo é um curso de quatro anos, nesse primeiro semestre eu fiz seis matérias:

Teorias da Comunicação – Gostei bastante dessa matéria e do professor também, as avaliações foram justas e foi uma das minhas maiores médias.

Introdução ao Jornalismo – Minha matéria preferida da vida, professora Alice, uma fada que meteu logo na primeira aula que ela considera jornalismo a profissão mais romântica de todas.

Filosofia – Foi uma relação de amor e ódio. O professor é muito inteligente e fugiu muito do convencional, eu particularmente gostava, mas o sistema avaliativo foi um desastre.

Leitura e Prática da Produção de Texto I – Essa matéria foi a mais complicada, professor exigente e que vou ter que encarar novamente o segundo módulo dessa matéria.

Sociologia – Pra minha surpresa foi uma das matérias que mais gostei, professor muito provocador.

Psicologia – Aula sábado de manhã, peeeeeensa. Mas era uma aula muito legal, acabei descobrindo muito sobre mim.

Dicas

  1. Anote onde cada professor costumar enviar suas atividades. Quase morri nos primeiros dias até entender que um fez grupo no face, outro no moodle, outro no e-mail pessoal, outro no e-mail acadêmico…
  2. Tenha uma rede contatos. Minha turma foi muito unida e todo mundo se ajudou bastante. Tenha seu bonde de confiança para quebrar seus galhos, mas lembre-se de ajudar seus colegas também!
  3. Tenha uma agenda. Você precisa ser muito organizado para controlar suas faltas, datas de provas e trabalhos e atividades!
  4.  Faça TODOS os trabalhos. Mesmo que sejam chatos ou de pontuação pequena, eles te salvam.

Diário

Quero deixar registrado aqui porque daqui uns anos eu vou poder ler e lembrar como me senti nos primeiros dias da faculdade e ver todo o meu crescimento.

Não acreditei quando vi que tinha entrado pra faculdade, só caiu a ficha mesmo no primeiro dia de aula. Entrei bem tímida e na minha turma a maioria das pessoas era bem mais nova que eu. Achei que seria uma loba solitária, que não precisava de ninguém e essa acabou por ser a minha maior lição: ninguém faz nada sozinho.

São tantas informações que quase enlouqueci nos primeiros dias. Estava morrendo de medo de não sacar nada de nada e quando vi mal conseguia acessar minha conta do meu e-mail institucional. Me senti bem burra, aparentemente, não sei ler nem escrever direito… E o meu dom de reduzir linhas é totalmente inútil na faculdade.

Acabei me enrolando um pouco com as faltas e já fiz um preparatório para o segundo período. Em relação aos trabalhos, eles me salvaram bastante, pois tenho muita dificuldade para fazer prova, gostaria de ter feito tudo com mais antecedência, mas jornada dupla é foda.

Se eu pudesse me dar uma nota de 0 a 5 eu me daria um 3 bem orgulhosa.

 

E é isso. Beijos e até a próxima!

DRAMAS UNIVERSITÁRIOS #1: UNIVERSITÁRIA AOS 26
23.08.2018

No auge dos meus dezessete anos eu entre na Federal do meu estado para Letras. Foi um desastre. Primeiro, porque eu não tinha certeza se era isso mesmo que eu queria; segundo, que eu estava no auge da minha adolescência querendo experimentar o mundo de todas as formas e nada melhor do que um ambiente universitário para isso.

Além disso, a faculdade ficava na cidade vizinha (60 km), eu tinha que pagar ônibus cedinho pra ir e voltava na hora do almoço, mal chegava em casa e já tinha que sair pra trabalhar, era uma rotina bem cansativa. Inclusive, quero parabenizar meus ex colegas que sobreviveram a isso.

Depois foi só ladeira abaixo, me matriculei em várias faculdades particulares e me especializei em primeiros períodos. Letras mais uma vez, Administração, Design Gráfico… E o tal de fazer o Enem todo ano. Até que ano passado eu bati o pé e falei que seria a última vez que faria. Funcionou.  Faltando um mês para eu completar meus vinte e seis anos, ingressei na UFT curso Jornalismo.

Meu receio inicial foi a questão de equilibrar trabalho e estudos. Trabalho em shopping, então não é uma rotina muito simples. Mas não é tão pesada quanto imaginei. Saio de casa as 9h, trabalho até às 18h20 pego um ônibus rapidinho e chego na universidade onde as aulas são até as 22h40, mas os professores são bem camaradas e quase sempre liberam mais cedo.

Ah e em relação a classe, nossa quanta diferença! Entrar agora aos 26 é bem diferente, afinal quase dez anos separam aquela Luma de Letras dessa atual. Estou muito feliz e definitivamente mais madura.

Nessa série eu pretendo contar mais sobre minha rotina e dar dicas, sei que muita gente passa pelo o que estou passando, então vai ser bom desabafar um pouco.

Dicas

  • Não se sinta culpado por entrar na faculdade tarde, cada pessoa tem seu tempo;
  • Não precisa se enturmar com o pessoal mais novo se isso não te deixa confortável;
  • Aproveite as aulas ao máximo;
  • Não falte às aulas(é um caminho sem volta);
  • Não comece a vagabundar (sério!).
Krav Maga – O hobbie favorito de Eva Tramell
02.12.2014

Oi gente!

Quando comecei ler a série Crossfire, logo algo me chamou atenção: o Krav Maga. Pesquisei algumas coisas no Google, mas não me contentei. Descobri um centro de treinamento filiado a Federação Sul Americana de Krav Maga aqui na minha cidade, onde tive a sorte de assistir uma palestra do Mestre Kobi – a maior autoridade do Krav Maga na America Latina.

Entrei em contato com o Fernando Cordeiro – o instrutor – que foi super simpático comigo e então me convidou para a palestra. Cheguei alguns minutos antes de começar e presenciei os minutos finais de uma aula de tirar o fôlego! Totalmente compreensível o  por quê da Eva sempre chegar em casa exausta depois do treino.

A turma é predominadamente masculina, porém as garotas não ficam para trás.

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Foto retirada da Fan Page: https://www.facebook.com/KravMagaUberlandia [demonstração com Mestre Kobi]

 

Depois da palestra eu conheci a Lívia, uma garota de 18 anos que conheceu o Krav Maga há nove meses e começou praticar com a mãe. Ela disse que depois que começou treinar, sua concentração melhorou bastante e que agora não fica de bobeira na rua, tem uma visibilidade bem maior ao que acontece ao seu redor, além do fato de o seu preparo físico ter melhorado bastante e ela se sentir mais confiante.

Parece fazer maravilhas com o corpo e a mente, não é mesmo?

Descobri que o Krav Maga significa combate de contato e foi criado por Imi Lichtenfeld nos anos 40  e em 1990 foi trazido para o Brasil através do Mestre Kobi.

Desenvolvido em Israel, sua técnicas tem uma motivação muito legal que é auto defesa a partir da neutralização de ameaças. Uma fala muito legal que o Mestre Kobi frisou é que a técnica usada é a humanista e serve para criar seres humanos de bem e não animais violentos.

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A academia que fui para fazer essa matéria é o primeiro e único Centro de Krav Maga de Uberlândia e região, com toda estrutura exclusiva para o treino desta defesa pessoal israelense! Filiados à Federação Sul Americana de Krav Maga, sob supervisão direta do Mestre Kobi Lichtenstein, discípulo direto do criador do Krav Maga, Imi Lichtenfeld.

® Krav Maga é uma marca registrada e só pode ser usada sob licença da Federação Sul Americana de Krav Maga (FSAKM).

Saiba mais:

https://www.facebook.com/KravMagaUberlandia

www.kravmaga.com.br

Entrevista com o leitor: Uma fotógrafa à la Chase Sullivan – Jordana Reis
22.10.2014

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Olá pessoal!

O Chase de Um Olhar de Amor é um fotógrafo super bem sucedido, assim como a nossa convidada de hoje: Jordana Reis.

A Jordana é uma pessoa muito querida e que encanta a todos com seu sorriso magnifico. Fizemos umas perguntinhas para ela e acabamos escolhendo essas fotos maravilhosas para ilustrar o post.

Apaixone-se e inspire-se (por que não?):

 

– Você sempre se concentrou em em fotografar pessoas?

– Eu experimentei de tudo, mas, no final, sempre achei as pessoas e suas emoções mais interessantes que todo o resto.

– Um Olhar de Amor.

♥ Vimos acima que o Chase prefere fotografar pessoas, e pelo que pude conferir dos seus trabalhos, você compartilha dessa preferência. Por que você acha que fotografar pessoas exerce maior fascinação?

Eu amo fotografar paisagens também. Mas adoro o frio na barriga de clicar na hora mágica. Hora mágica na fotografia é outra coisa, está mais relacionado ao horário para fotografar mesmo, mas nesse sentido que estou falando, é a hora em que a pessoa se desliga um pouco de mim, a hora do brilho no olhar… Sentir que estou pronta para pegar o melhor momento da pessoa, o momento em que os olhos sorriem com a boca ou quando não sorriem, mas retratam exatamente quem aquela pessoa é. Capturar a essência das pessoas é muito divertido e pede muita sensibilidade de quem está atrás das câmeras.

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♥ Conta pra gente, quando você começou fotografar?

Na verdade o amor pela fotografia é algo que sempre existiu na minha família, desde os meus dois anos brincava com máquinas de brinquedo, e com uns 6 anos eu “futricava” nas máquinas da minha mãe, que naquele tempo eram de filme e com quantidade limitada de poses, então ela perdia muitos filmes. Cresci brincando de ser a fotógrafa da família. A ideia de investir na carreira começou no final de 2010, com uma visita de uma tia minha ao Brasil, uma tia que marcou muito a minha infância, era uma dama, amava arte, chás, boa música, livros, filmes de época, e fotografia, mesmo no auge da internet e emails, ela cultivava o hábito de escrever cartas (com uma caligrafia invejável) e juntamente com as cartas, fotografias que ela tirava. Ela morava em Londres há quase 10 anos, veio nos visitar com o esposo e os dois filhos pequenos e entregou a câmera dela em minhas mãos, fiz fotos dos pequenos e ela amou, e comentou o talento com a minha mãe, que cultivou durante muitos anos o desejo de fotografar,  mas não pode realizá-lo. Logo minha mãe resolveu me colocar em um curso e me presentear com a câmera. Quanto a minha tia, eu mal sabia que essa seria a última vez que eu a veria. Eu comecei a estudar fotografia, a por em prática o que aprendia e em alguns meses, antes de poder mostrar os frutos de uma ideia que surgiu dela, ela descobriu que o câncer de mama que tivera, voltou em outros órgãos do corpo. E em pouco tempo faleceu. Sempre que fotografo, lembro dela com carinho.

♥ Sabemos que ensaios New Born é a moda do momento, mas é uma técnica muito difícil. Como você se prepara para esse tipo de trabalho?

Muita organização, paciência, higiene e tempo. A fotografia new born é feita com o bebê de 0 a 20 dias de nascido, alguns fotógrafos fazem com o bebê até 17 dias apenas.
Essa técnica exige segurança e muito amor, pois estamos lidando com aquilo que os pais tem de mais precioso, e num momento muito delicado, que é o inicio da vida dos pequenos.
Já fotografei um bebê que foi preciso um dia inteiro para conseguir fotos.

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♥ Vi que você faz vários ensaios de família. Como você se sente ao fazer parte desse momento tão gostoso de interação entre pais e filhos?

Confesso que já quis chorar de emoção em alguns trabalhos, é tão gostoso participar. Eu vejo o crescimento da família, o desenvolvimento das crianças. Fotografar é muito mais que clicks, é retratar a vida de alguém, logo, deve ser feito com um olhar de amor, afinal daqui alguns anos essas pessoas vão se ver, e vão lembrar o quanto aquele dia foi bom. E a maneira como meus clientes se sentem em relação a mim, enquanto são fotografados, com certeza conta muito.

♥ Jordana, muitas pessoas acham que fotografar é algo simples, e isso irrita porque vemos por ai muitos amadores se passando por profissionais. Gostaria de saber como você aperfeiçoa sua técnica, é um aprendizado constante?

Com certeza é um aprendizado constante. Não sei metade do que gostaria de saber, e acho isso divertido. Aprender coisas novas sobre a minha profissão é encantador. Participo sempre que posso de workshops e existem cursos online que ajudam muito, isso vai de como dispor os objetos que aparecem na foto, o tipo de roupa, como lidar com o cliente, como posicionar quem aparece na foto. Outra coisa que é importante a meu ver, é conversar com pessoas que estão a mais tempo que eu no ramo, e acima de tudo, nada melhor que praticar, conhecer o equipamento e ler bastante sobre como aproveitá-lo ao máximo.

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A maneira como Chase dispunha as modelos e destacava as roupas contra o fundo de videiras, montanhas e céu era tão genial que o simples fato de observá-lo lhe inspirava um novo olhar para a composição.

– Um Olhar de Amor.

 

♥ O Bodouir – do francês quarto de senhoras – é um ensaio sensual cheio de classe. Apesar de achar lindo, acho que teria dificuldade em fazer carão rs. Como você auxilia suas modelos a se soltarem nesse momento tão íntimo?

A direção sempre fica por minha conta, mas sempre peço que elas tentem agir como se eu não estivesse lá. Converso para que respirem fundo, pensem em momentos agradáveis, e vou clicando um suspiro, clico enquanto elas vão se posicionar de alguma maneira que eu tenha direcionado. Estou prestes a participar de mais um workshop, esse será voltado a direção de pessoas como nós, que não estão muito intimas das câmeras, mas sempre busquei estudar formas de deixar meus clientes mais a vontade. Sobre esse tipo de ensaio, acredito que o bodouir faz muito bem a auto-estima de quem procura essa modalidade. Sem falar que é excelente surpresa, como presente de aniversário de casamento ou namoro.

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♥ Para finalizar, que dicas você dá para os nossos leitores que querem se aventurar por trás das câmeras?

Vou avisando logo que é uma aventura sem volta. A câmera começa a fazer parte do corpo da gente. As vezes digo: Ah se meus olhos fotografassem e eu pudesse salvar tudo em um cartão de memória. Enfim, como disse antes, ser fotógrafo não é apenas clicar, é estudar e estudar, conhecer o equipamento, ser íntimo do seu equipamento, ver os tipos de lente que se encaixam com aquilo que você pretende fotografar, e se quiser ser um profissional na área, buscar ser ético com os colegas de profissão.  Com certeza fotografar é uma aventura muito prazerosa, não há nada mais gostoso que retratar bem um momento especial, seja como amador ou profissional. Um grande abraço e boa sorte!

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As fotos são perfeitas, não são? Eu ainda não tive oportunidade de fotografar com essa querida, mas o ensaio está na minha wishlist. Quem achou incrível a história da tia?

Também gostou? Conheça mais do trabalho da Jordana e marque seu ensaio aqui .

Beijinhos e até a próxima.

ENTREVISTA COM LEITOR: TALITA PANIAGO
22.09.2014
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Semana passada nós falamos sobre o primeiro episódio do seriado nacional Dupla Identidade. Hoje trazemos uma entrevista com a leitora Talita Paniago que é fã de serial killers e psicopatas. A Talita tem 24 anos e é estudante de psicologia, ela começou se interessar pelo assunto quando tinha 17  e hoje ela tem uma coleção com cerca de onze livros sobre o assunto. De Jack, o Estripador a Ted Bundy, de Charlie Mason a Chico Picadinho, ela já leu sobre tudo e também se interessa por julgamentos como o caso Nardoni. Com rostinho angelical, ela nos mostra que nem tudo é o que parece ser. Confira:

Quando surgiu seu interesse pelo assunto? 

No final de 2007 eu vi o livro Serial Killer: Louco ou Cruel? da Ilana Casoy no programa Domingão do Faustão, me interessei e comecei pesquisar, para minha felicidade ganhei o livro de presente de natal em 2008.

O que te chama atenção nesse tipo de leitura? 

Eu acho que todo ser humano tem um pouco  de perversidade em si. Talvez minha curiosidade venha daí. Só que essa curiosidade acabou indo mais a fundo do que a da maioria das pessoas. Eu gosto muito de mistério. Acho interessante as formas como eles são pegos, como era a vida deles antes de tudo acontecer, seus motivos…

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Essa é a coleção da Talita.
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